Ação é estratégica para maximizar o alcance das propostas enviadas aos candidatos às eleições e para apresentar a Coalizão a segmentos da sociedade que ainda não conhecem o trabalho do movimento

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As principais mensagens e o conteúdo do documento da Coalizão Brasil com propostas para os candidatos às eleições deste ano são o tema de uma campanha que está sendo promovida, sob o nome “Rota Eleições”, nos perfis do movimento nas redes sociais: Instagram, Facebook, Twitter, YouTube e LinkedIn.

Para Renato Grandelle, coordenador de Comunicação da Coalizão, a campanha é estratégica para maximizar o alcance das propostas. “Queremos usar as redes sociais nas eleições para apresentar a Coalizão a segmentos da sociedade que ainda não conhecem nosso trabalho”, afirma ele. “Em paralelo, levaremos nossas propostas aos coordenadores de campanha de candidatos do Executivo, seja nacional ou subnacionais, além de atores estratégicos do Legislativo”, explica.

Os posts da Rota Eleições já estão sendo publicados. A elaboração dos conteúdos começou a partir de um planejamento da Comunicação e do Comitê de Eleições da Coalizão, além de um diagnóstico elaborado pela agência digital Yki, contratada para construir o plano de divulgação das propostas nas redes e criar os conteúdos.

Além de divulgar as propostas do movimento, a campanha também tem como objetivo aproveitar o momento eleitoral para promover o debate em torno da erradicação da fome e geração de emprego e engajar diferentes públicos na conservação da biodiversidade, no combate ao desmatamento e no uso sustentável da terra, afirma Liuca Yonaha, jornalista e sócia da agência.

“Vamos também observar o retorno do público para fazer ajustes e acompanhar o que houver de ‘quente’ nas campanhas eleitorais, para que possamos contribuir na construção do debate democrático”, explica Yonaha.

A campanha nas redes sociais da Coalizão deve seguir até dezembro, pois a ideia é que as propostas sejam adotadas também pelo governo de transição e as novas gestões, explica Grandelle.

“Nossa abordagem não vai se restringir aos resultados de outubro. Levaremos nossa nota técnica para as equipes de transição. Queremos construir pontes com os governantes eleitos, reforçando a importância de nossa agenda.”