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Foto: xalanx/123RF.com

O Grupo de Trabalho de Agricultura de Baixo Carbono (GT ABC) da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura elaborou um posicionamento que ressalta a importância da assistência técnica e da difusão de tecnologia para o alcance do compromisso climático (NDC) firmado pelo Brasil no Acordo de Paris.

Entre os principais desafios da agricultura de baixo carbono no país estão questões como as especificidades de diferentes tipos de produtores, a caracterização regional das propriedades rurais, a baixa capacitação de todos os atores da cadeia – de produtores a agentes bancários – e a falta de um olhar de longo prazo, já que alguns resultados podem não ser percebidos imediatamente.

A partir deste diagnóstico, o GT ABC elencou medidas para aprimorar a assistência técnica e a difusão de tecnologia, elementos centrais para superar os desafios e permitir que a agricultura de baixo carbono possa realmente contribuir para o alcance da NDC brasileira. Tais medidas incluem a participação do produtor rural na geração e difusão de tecnologia, o planejamento da assistência técnica em pequena escala voltado às especificidades locais, parcerias entre os diversos atores das cadeias produtivas e a formação de técnicos que conheçam práticas produtivas de baixo carbono e estejam preparados para auxiliar o produtor.

Confira aqui  o texto na íntegra. 

O posicionamento será apresentado pelo GT ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), no dia 27 de abril, em Brasília, durante uma reunião sobre Assistência Técnica e Extensão Rural. Além da Coalizão e do MAPA, estarão presentes na reunião os seguintes atores: Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, Plano ABC Nacional, Secretaria de Mobilidade Social, do Produtor Rural e do Cooperativismo e a Agência Nacional de Assistência Técnica Extensão Rural (Anater).