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Foto: Luana Maia

A primeira reunião oficial do novo Grupo de Trabalho da Coalizão Brasil, que se dedicará à logística e como ela pode contribuir para um desenvolvimento de baixo carbono, aconteceu em 5 de outubro, na capital paulista. Na liderança do GT estão Cargill, Grupo Libra e TNC. Participaram desse primeiro encontro: Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Climate Policy Initiative (CPI), Companhia de Navegação Norsul, Copersucar, Estação da Luz Participações (EDLP), Instituto Arapyaú, Instituto de Energia e Meio Ambiente e União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).

O grupo avaliou a aderência do tema da logística com as 17 propostas da Coalizão, e concluiu que ela influi diretamente em quatro. As propostas 6 e 8, pois estão relacionadas à valoração do carbono e ao pagamento por serviços ecossistêmicos, por meio da valoração e da proposição de formas de remuneração de modais com padrões de emissões reduzidas. A 16 e a 17, que tratam da agricultura de baixo carbono e de bioenergia, uma vez que a logística contribui para o aumento de competitividade e pode funcionar como incentivo à intensificação e às práticas de baixo carbono no campo e à promoção do uso de biocombustíveis como alternativa tecnológica.

Outras sete propostas da Coalizão, relacionadas à implementação do Código Florestal, à cobertura da terra, ao combate ao desmatamento e ao manejo florestal, foram identificados pelo GT como sinérgicos ao seu tema-chave.

Até o fim de 2016, o GT fará um planejamento mais aprofundado de suas ações. "Uma de nossas ambições é entregar um acervo de ferramentas que permitam melhores tomadas de decisão em logística", afirmou Valéria Militelli.