Posicionamentos
  • 30-Nov
  • 2015

As contribuições brasileiras estão focadas nos setores agropecuário, florestal e de mudança de uso da terra. O que faz sentido, uma vez que o país possui 12% da cobertura florestal do mundo e é um dos principais produtores de alimentos. A Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura analisa a INDC brasileira e destaca o papel da sociedade global para impulsionar uma ação conjunta em prol de um novo modelo econômico e social.

São Paulo, 30 de novembro de 2015 - A Conferência Mundial para o Clima (COP 21) deve resultar num documento repleto de ideias e ações fundamentais para o combate à emissão de gases de efeito estufa (GEE), mas já é preciso olhar para o momento a seguir. O futuro do planeta que se desenhará em Paris tem de ser muito diferente do que o homem construiu na era industrial. Aqui e agora, chefes de estado, negociadores e os cidadãos comuns precisam impulsionar a mudança efetiva para um novo modelo econômico e social. Baseado na descarbonização das atividades produtivas, ele precisará ser mais inclusivo, justo e efetivamente sustentável.

  • 30-Nov
  • 2015

Como um dos maiores produtores mundiais de alimentos, o país pode dar exemplo no setor, aliando o aumento da produtividade à mitigação dos gases de efeito estufa. Para que a agropecuária de baixo carbono se torne majoritária, é necessário amplo engajamento de produtores, empresas, governos e, principalmente, consumidores.

São Paulo, 30 de novembro de 2015— O aprofundamento da relação entre agricultura, florestas e clima é um desafio promissor para o Brasil cumprir suas contribuições para o acordo do clima (INDC) e caminhar rumo a uma nova economia agrária. Práticas de baixo carbono representam redução de emissão de gases de efeito estufa (GEE).

  • 30-Nov
  • 2015

O manejo adequado da floresta tropical pode estimular uma atividade com benefícios sociais e econômicos e promover a mitigação das mudanças climáticas. A Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura propõe a ampliação da área de manejo do Brasil para 30 milhões de hectares até 2030 e aponta que a viabilização desse caminho passa pela supressão da ilegalidade na cadeia produtiva da madeira nativa.

São Paulo, 30 de novembro de 2015 — Uma economia da floresta tropical robusta é o caminho relevante e factível para desencorajar o desmatamento ilegal e, ao mesmo tempo, aprimorar o setor madeireiro, promover benefícios sociais e mitigar os efeitos das mudanças climáticas.

  • 06-Nov
  • 2015

A restauração de florestas faz parte das contribuições brasileiras para novo acordo mundial focado nas mudanças climáticas, a ser firmado em dezembro, em Paris, durante a COP 21. A meta contribui para a redução de gases de efeito estufa e pode impulsionar uma economia da floresta tropical, em atividades que aliam benefícios ambientais aos socioeconômicos.

São Paulo, 5 de novembro de 2015 — O Brasil comprometeu-se a restaurar e a reflorestar 12 milhões de hectares de florestas até 2030, para múltiplos usos, como uma das medidas de suas contribuições para o novo acordo global que será firmado em dezembro, em Paris, durante a Conferência da ONU sobre Mudança do Clima, a COP 21. Essa meta pode ganhar perspectivas mais ambiciosas com a aplicação do Código Florestal. No entanto, é fato que o compromisso com a restauração fortalecerá uma nova atividade econômica — inclusiva e sustentável — baseada no desenvolvimento da silvicultura de espécies nativas. Para avançar nesse propósito, a Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura ressalta: é preciso iniciar uma discussão com a sociedade civil e desenvolver um entendimento do que significa o desafio da restauração em grande escala.

  • 27-Out
  • 2015

A rodada de Bonn para aperfeiçoar a base do texto do novo acordo mundial para o clima terminou em 23/10 com um documento com quase o triplo de tamanho original. Repleto de sugestões, ele passou a mencionar os chamados mecanismos de mercado para o carbono, o que deveria ser uma importante bandeira para o Brasil levantar na COP 21, em Paris, de acordo com a Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura.

São Paulo, 26 de outubro de 2015 — O texto-base para a Conferência do Clima de Paris, negociado na última rodada em Bonn, na Alemanha, entre 19 e 23 de outubro, passou de 20 páginas para 55. O aumento de volume indica que há muito ainda a negociar entre 30 de novembro e 11 de dezembro, período previsto para que membros de 196 países se reúnam para fechar o novo acordo mundial para o clima. “A base do acordo está, agora, com muitas opções de termos e parágrafos, o que não facilitará o processo em Paris”, indica Alexandre Prado, do Instituto Arapyaú, membro da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, que acompanhou os trabalhos na Alemanha como observador.

  • 21-Out
  • 2015

Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura reforça a importância dos mecanismos econômicos para o carbono e serviços ecossistêmicos como ferramentas para cumprir as metas de redução de emissões de Gases do Efeito Estufa (GEE), incluindo o reflorestamento, a manutenção de florestas e a geração de renda. A última rodada de negociações do texto — base para o acordo mundial da COP-21 — acontece durante toda esta semana em Bonn, na Alemanha. Algumas alterações já foram propostas e o Brasil reúne condições para liderar a valorização de mecanismos essenciais para o enfrentamento das mudanças climáticas.

São Paulo, 20 de outubro de 2015 — Até a próxima sexta-feira, dia 23, representantes de vários países estão reunidos em Bonn, na Alemanha, para aprimorar o texto base do novo acordo mundial a ser firmado em Paris, em dezembro, durante a Conferência da ONU para o Clima, a COP 21. Trata-se da última rodada de pré negociações antes da esperada reunião na capital francesa. Ontem, algumas propostas que envolvem mecanismos para a valorização econômica do carbono foram apresentadas para discussão. A Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura reforça — junto ao governo brasileiro e à sociedade — a necessidade de se considerar esses mecanismos bem como os que envolvem os chamados serviços ecossistêmicos. A Coalizão acredita que a ampliação desses instrumentos terá papel relevante no enfrentamento das mudanças climáticas.