O Brasil tem pela frente o grande desafio de restaurar 12 milhões de hectares de florestas até 2030. Para atingir esse objetivo, alguns gargalos precisam ser superados, como lacunas no nosso conhecimento técnico e científico sobre plantio, produção e comercialização de espécies nativas.


Pensando em como suprir essas lacunas, o WRI Brasil, com o apoio da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura e a participação de vários especialistas em florestas e silvicultura do país, lança o estudo “Research gaps and priorities in silviculture with native species in Brazil” (apenas em inglês).


O trabalho identificou as principais áreas em que há lacunas científicas na silvicultura de nativas e definiu uma lista de 30 espécies prioritárias para serem estudadas. O investimento necessário em pesquisa para impulsionar a silvicultura de nativas é relativamente baixo, de R$ 28 milhões em 20 anos. Uma análise de custo-benefício mostra que esse investimento traz resultados: um retorno de investimento de US$ 2,36 para cada dólar investido no período de 20 anos.


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